https://repis.saude.rj.gov.br/repis/issue/feed REPIS (Revista de Educação, Pesquisa e Informação em Saúde) 2025-11-28T14:59:36+00:00 Equipe Editorial REPIS repis@saude.rj.gov.br Open Journal Systems <p>A <strong>REPIS</strong> (Revista de Educação, Pesquisa e Informação em Saúde) é uma publicação da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES/RJ) e destina-se à compilação de artigos científicos voltados para a produção de conhecimento em saúde pública. Seu principal objetivo é a promoção da disseminação do conhecimento, permitindo que profissionais da gestão, assistência, docentes e discentes da área da saúde e afins tenham acesso gratuito e irrestrito ao conteúdo, que contribuam para o avanço da produção científica no campo da saúde pública. Do mesmo modo, pretende fomentar a reflexão crítica e o debate sobre temas da atualidade relacionados às políticas públicas e aos fatores que repercutem nas condições de vida e no cuidado de saúde das populações.</p> https://repis.saude.rj.gov.br/repis/article/view/66 Rotina de Desinfecção de Ambulâncias de Transporte Inter-hospitalar: Adequações para uma melhor assistência 2025-11-28T14:59:36+00:00 Renato França da Silva renato.silva@ini.fiocruz.br Gisele Vieira Cesario de Souza giseleenfcesario@gmail.com José Alberto de Castro Gontijo jalbertogontijo@gmail.com Bárbara Alcântara de Souza de Almeida Silva barbaragse@gmail.com José Henriques Marques Neto jhenriquesneto@yahoo.com.br Rafaela Medeiros Moreno rafaela.moreno@samu.fs.rj.gov.br Fernando Augusto Dias e Sanches sanches@hucff.ufrj.br <p>O objetivo foi descrever a implementação de rotinas padronizadas pela Supervisão de Enfermagem voltada à melhoria do fluxo de desinfecção das viaturas de Transporte Inter-Hospitalar do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência na capital do Estado do Rio de Janeiro. Trata-se de um relato de experiência baseado na análise de planilhas operacionais de desinfecção do período de dezembro de 2023 a julho de 2024. Nelas, foram identificadas falhas no processo de desinfecção, como duplicidade de registros e ausência de critérios para solicitações. Em decorrência, foi realizada a reformulação da rotina por meio de reuniões com a coordenação, definição de termos, reformulação de instrumentos de registro e criação de indicadores. A introdução de campos específicos na planilha permitiu auditorias e categorização dos motivos das desinfecções, enquanto a análise sistemática dos dados viabilizou intervenções pontuais de educação permanente em serviço e suporte à tomada de decisões gerenciais. As melhorias resultaram em adesão integral e aprimoramento significativo no controle às desinfecções rotineiras e terminais. Padronização das rotinas e implementação dos Procedimentos Operacionais Padrão resultaram em melhoria da gestão da desinfecção das viaturas, com impacto positivo na segurança do paciente e dos profissionais, além de favorecer a adesão dos colaboradores às mudanças propostas.</p> 2025-11-28T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Renato França da Silva, Gisele Vieira Cesario de Souza, José Alberto de Castro Gontijo, Bárbara Alcântara de Souza de Almeida Silva, José Henriques Marques Neto, Rafaela Medeiros Moreno, Fernando Augusto Dias e Sanches https://repis.saude.rj.gov.br/repis/article/view/67 Instituição de um Comitê de Ética em Pesquisa: A experiência da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro 2025-09-20T17:02:24+00:00 Suzete Henrique da Silva suzete.henrique@saude.rj.gov.br Pedro Alves Filho pedro.filho@saude.rj.gov.br Marcela Silva da Cunha marcelacunha.ses@gmail.com Natália Palmeira Pimenta nataliapalmeira36@gmail.com <p>Os comitês de ética em pesquisa são colegiados interdisciplinares, independentes, com função pública, criados para defender os interesses dos sujeitos da pesquisa em sua integridade e dignidade, além de contribuir para o desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos. Trata-se de uma descrição crítica e reflexiva de um relato de experiência, com o objetivo de produzir conhecimento científico que apoie o processo de construção de Comitês de Ética em Pesquisa em espaços institucionais cuja missão principal não seja a acadêmica. Nesse artigo, os autores apresentam as etapas para a instituição do Comitê de Ética em Pesquisa da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (CEP SES-RJ), desde a sua criação até o registro pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP). A experiência permitiu que o grupo pudesse se qualificar a partir da leitura das resoluções e normativas da CONEP, da discussão coletiva e problematização dos temas sensíveis à prática, da análise ética de pesquisas em saúde, bem como da definição dos valores e condutas defendidas pelo CEP SES-RJ.</p> 2025-09-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Suzete Henrique da Silva, Pedro Alves Filho, Marcela Silva da Cunha, Natália Palmeira https://repis.saude.rj.gov.br/repis/article/view/84 Ligas acadêmicas de oncologia: Uma proposta para agregar à formação técnica o cuidado humanizado e narrativo 2025-11-25T02:17:31+00:00 Giovani Miguez giovanimiguez@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">A formação em oncologia na graduação é cronicamente deficitária, gerando profissionais despreparados técnica e emocionalmente para a complexidade do cuidado e perpetuando um modelo biomédico que negligencia a subjetividade. Este trabalho analisa como as ligas acadêmicas podem servir de veículo pedagógico para integrar as competências técnicas com o cuidado humanizado e o cuidado narrativo, preenchendo as lacunas da graduação, através de um ensaio teórico-crítico. As ligas, definidas pelo protagonismo estudantil e alinhadas às diretrizes curriculares, são a resposta proativa a essas lacunas. O cuidado humanizado, pautado na política nacional de humanização, e o cuidado narrativo (com sua tríade de atenção, representação e afiliação) são as ferramentas necessárias para superar o tecnicismo. Propõe-se uma inovação epistemológica: as ligas devem ser fomentadas não como atividades pontuais e reativas de Educação Continuada, mas como os primeiros núcleos de Educação Permanente em Saúde do estudante. A Educação Permanente, um processo transformador baseado na aprendizagem significativa e em metodologias ativas (como simulações e problematização da extensão), é o modelo ideal para integrar técnica, ética e comunicação, reconectando biologia e biografia na formação.</span></p> 2025-11-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Giovani Miguez