https://repis.saude.rj.gov.br/repis/issue/feed REPIS 2023-12-18T00:00:00+00:00 Equipe Editorial REPIS repisrevista@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista Educação, Pesquisa e Informação em Saúde (REPIS) é uma publicação oficial da Secretaria de Estado de Saúde. </p> <p>Por meio de fluxo contínuo, a publicação divulgará trabalhos científicos originais que estejam de acordo com a proposta da Revista cooperando para o avanço da produção científica no campo da saúde pública no Estado do Rio de Janeiro. </p> https://repis.saude.rj.gov.br/repis/article/view/15 Perfil epidemiológico da COVID-19 no Estado do Rio de Janeiro: um panorama 2020-2022 2023-08-08T14:05:32+00:00 Luciane Velasque luciane.velasque@saude.rj.gov.br Helena Nascimento nutrihsnascimento@gmail.com Maíra Mendonça mairamendoncadarocha@gmail.com Gabriella Nazário gabriellanazario@id.uff.br Eduardo Peixoto eduardo.mesquita.peixoto@gmail.br Marianna Menezes mariannamenezes@id.uff.br Cristina Freire cristinafreirecievs@gmail.com Silvia Carvalho carvalho.silviacristina@gmail.com Shenon Bedin shenonbedin1984@gmail.com Paula Rita Carvalho paularita@edu.unirio.br Paula Maria Almeida paulapampa@gmail.com Aline Maria Almeida alineampa@gmail.com <p>Durante o período de 2020 a 2022 o Brasil passou por diversos picos de transmissão de COVID-19. O presente estudo objetivou descrever o comportamento das curvas de casos, internações e óbitos por COVID-19 do Estado do Rio de Janeiro entre março de 2020 a janeiro de 2023. Trata-se de um estudo transversal, descritivo, de abordagem quantitativa, utilizando dados secundários dos sistemas de informações nacionais e-SUS Notifica, SIVEP-Gripe e da base de dados das variantes circulantes no estado da Secretaria de Estado Saúde do Rio de Janeiro (SES/RJ). Durante o período do estudo foram confirmados 2.702.176 casos, 202.408 internações e 76.513 óbitos por COVID-19 no Estado do Rio de Janeiro. O estado apresentou a maior mortalidade do país, correspondendo a 443,14 óbitos por 100 mil habitantes e uma letalidade de 2,83% do total de casos. As mulheres foram as mais diagnosticadas com COVID-19 (57,9%), entretanto, entre os óbitos, os homens foram os mais acometidos (53,2%). Pessoas acima de 70 anos (50,4%) e pessoas com comorbidades (66,8%) representaram maioria dos óbitos. No panorama apresentado é possível observar que enquanto a vacinação não estava disponível, ocorreram importante picos de gravidade da doença. Contudo, após ampliação da vacinação no estado, notou-se redução no registro de casos graves, havendo queda nas internações e óbitos pela COVID-19 no Estado do Rio de Janeiro.</p> 2023-12-22T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 REPIS https://repis.saude.rj.gov.br/repis/article/view/13 Tipo de Parto nos Desfechos Perinatais de Gestantes Diagnosticadas com SRAG por COVID-19 no Estado do Rio de Janeiro 2023-06-27T19:04:59+00:00 Luciane Velasque luciane.velasque@saude.rj.gov.br Alana Stéphanie Esteves Villar da Motta alanavillar@hotmail.com Leila Adesse leila.adesse@gmail.com Maíra Mendonça da Rocha mairamendonçadarocha@gmail.com Eduardo Mesquita Peixoto eduardo.mesquita.peixoto@gmail.com Paula Rita Dias de Brito de Carvalho paularita@edu.unirio.br Silvia Cristina de Carvalho carvalho.silviacristina@gmail.com <p><strong>Introdução: </strong>A literatura relata que gestantes com diagnóstico de COVID-19 são menos propensas a ter um parto vaginal, e que aproximadamente dois terços do parto em mulheres com COVID-19 são cesarianas. <strong>Objetivo: </strong>Comparar o tipo de parto nos desfechos perinatais de gestantes que tiveram diagnóstico de SRAG por COVID-19 durante a gestação no Estado do Rio de Janeiro. <strong>Metodologia: </strong>Estudo transversal de base secundária, com linkage não-probabilístico dos bancos SIVEP-Gripe e SINASC de todos os casos notificados no Estado do Rio de Janeiro até janeiro de 2023. <strong>Resultados: </strong>Foram analisados 239 partos vaginais e 728 cesarianas. A cesariana estava relacionada à piores desfechos em todas as variáveis estudadas, como maior necessidade de UTI e mortalidade materna, prematuridade, menor Apgar no 1º e 5º minuto e menor peso do recém-nascido quando comparados com o parto vaginal. <strong>Conclusão: </strong>A infecção pelo COVID-19, por si só, não deve ser uma indicação para a cesariana, pois além de não haver evidências de que melhore as condições de nascimento, ela está associada à piores desfechos perinatais. Embora uma cesariana possa ser uma cirurgia que salva vidas, ela pode colocar mulheres e bebês em risco desnecessário de problemas de saúde quando realizada sem necessidade clínica.</p> 2023-12-20T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 REPIS https://repis.saude.rj.gov.br/repis/article/view/6 Enfrentamento à COVID-19 pela equipe de enfermagem em atenção paliativa: um estudo descritivo. 2023-02-13T18:03:22+00:00 Fernanda Barcellos Santiago nanda_barcellos@yahoo.com.br Ana Lucia Abrahão anaabrahao@gmail.com <p><strong>Objetivo:</strong> Discutir as condutas utilizadas pela equipe de Enfermagem quanto ao manejo dos equipamentos de proteção individual, que encontrava se escasso, frente à assistência de Enfermagem a pacientes em tratamento paliativo oncológico acometidos pela COVID-19 através da educação permanente. <strong>Método:</strong> estudo descritivo de abordagem qualitativa. Utilizou-se o Discurso do Sujeito Coletivo para análise do material ancorado pela psicodinâmica do trabalho de Dejours. <strong>Resultados:</strong> estruturados em três ideias centrais: A) Sobre a escassez da máscara N95; B) Relações interpessoais; e C) Necessidade de escuta dos profissionais. Pela natureza dos dados apresentados, realizamos a discussão sob a ótica da psicodinâmica do trabalho por responder de forma mais adequada os dados obtidos. <strong>Conclusão: </strong>dúvidas sobre o uso de Equipamentos de Proteção Individual foram sanados, produção de condutas alinhadas, ambiente organizado. Foi estabelecido um canal de escuta com reuniões frequentes entre a chefia e a equipe de Enfermagem.</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> 2023-12-18T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 REPIS https://repis.saude.rj.gov.br/repis/article/view/11 Educação permanente em saúde aliada à política nacional de humanização/SUS: Relato de experiência no contexto hospitalar 2023-08-25T17:04:42+00:00 Gabriella Rodrigues Sant'Anna gsantanna@ideas.med.br Ana Elisa Maia Santos aramos@ideas.med.br <p>O presente artigo tem como objetivo apresentar o relato de uma experiência do Núcleo de Educação Permanente, direcionada a área de treinamento hospitalar, sendo esta, uma proposta em conjunto com a equipe multiprofissional, constituída pelas áreas de Apoiador Institucional e Setor de Psicologia, tendo como ação o desenvolvimento de atividades de formação fundamentadas pela Política Nacional de Humanização e, com isso, reforçando a instituição como lócus de treinamento. O relato desta experiência retrata sobre uma atividade desenvolvida no âmbito do Hospital Regional do Médio Paraíba Dra. Zilda Arns Neumann (HRZAN), localizado no município de Volta Redonda, no Estado do Rio de Janeiro. Ressalta-se que as atividades ocorreram entre os meses de janeiro e outubro do ano de 2022, contendo o universo de 142 profissionais que participaram dos dez encontros de treinamento, os quais compõem a temática de discussão da empatia. Destaca-se, ainda, que as ações de treinamento nas Unidades de saúde, como estas, se tornam um importante instrumento no cotidiano do trabalho, ao reforça-lo com o lócus de formação, resultando, assim, na melhora na prestação do serviço com qualidade. Desta forma, reforçamos que as ações de educação permanente devem ocorrer em modo contínuo nos serviços de saúde, direcionadas pelos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).</p> 2023-12-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 REPIS https://repis.saude.rj.gov.br/repis/article/view/22 Vivenciando a Avaliação das Práticas de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde: Relato de Experiência 2023-10-26T19:59:37+00:00 Vivianne da Cruz vivianne_cruz@hotmail.com Rozelir Clementino Tranquilino rozeli18@hotmail.com Maria de Lourdes de Oliveira Moura mlourdesmoura@gmail.com Isabelle Caldas Amorim Ribeiro isabelle.amorim@saude.rj.gov.br <p>Este artigo tem o objetivo de relatar a experiência das acadêmicas de enfermagem, na análise de formulário e documentos dos hospitais que participaram da Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente - Serviços com UTI 2022, como estagiárias de Gestão de Políticas Públicas de Saúde (GPPS), da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) Realizado através de estágio presencial e da análise qualitativa das informações e de documentos enviados pelos serviços de saúde do Estado do Rio de Janeiro participantes. Foram analisados pelas autoras três indicadores dos 149 formulários e refletidos esses enfoques onde muitos hospitais acabam por não adequarem os protocolos institucionais conforme portaria do Ministério da Saúde. Como resultado, pode-se observar que a participação desses serviços é essencial para a promoção da cultura de segurança do paciente, visando o aprimoramento da qualidade dos serviços de saúde e diminuição da ocorrência de incidentes. Torna-se necessário reforçar a necessidade de maior adesão e engajamento dos serviços de saúde do Estado do Rio de Janeiro na implementação das práticas de segurança do paciente com o compromisso de otimizar recursos no enfrentamento a ocorrência de incidentes.</p> 2023-12-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 REPIS